OAB-PE pede que aluna gaúcha responda por racismo POSTADO ÀS 09:30 EM 13 DE DEZEMBRO DE 2011

A Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) pediu ontem ao Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul (MPF-RS) que a estudante Sophia Fernandes, acusada de postar no Twitter, no dia 9, mensagens contra os nordestinos, responda pelo crime de racismo. Segundo a OAB, as declarações violam o princípio constitucional da dignidade da pessoa humana.

Entre as mensagens postadas pela estudante estão: "o twitter ta virando vaso sanitário... muita merda twittando. (Oimacacos) - nordestinos-piauienses-cearenses..."; "Sai do Twitter e vai cortar tua cana pra comprar teu arroz NORDESTINO"; "Tem que usar câmara de gás pra matar teu povo"; "O Nordestino é a própria sujeira".

O presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, destacou que o crime de racismo é inafiançável e prevê pena de dois a cinco anos de reclusão, além de multa. "Sophia que não conte com a impunidade para esse ato de desatino, próprio de pessoas ignorantes."

Outro caso. Mariano lembrou que, em novembro de 2010, a estudante de Direito Mayara Petruso, de São Paulo - uma das responsáveis pela onda de manifestações preconceituosas contra nordestinos surgida na internet após o anúncio da vitória de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais -, responde hoje a uma ação penal pública na Justiça Federal de São Paulo, que está em fase de instrução.

"Nordestino não é gente, faça um favor a São Paulo, mate um nordestino afogado", dizia a mensagem postada por Mayara Petruso no Twitter. A OAB-PE ofereceu notícia-crime contra Mayara ao Ministério Público Federal de São Paulo, que a denunciou pelo crime de racismo.

SHENIA SANTOS

PARABÉNS FREIRE!!!!!!

Hoje se Paulo Freire estivesse vivo completaria 90 anos de existência, mas suas obras ficaram e mais ainda a consciência de que uma educação para todos e todas é possível. Cabe a nós, educadoras e educadores fazer valer suas teorias e não apenas retirar nossa parcela de culpa e colocar no governo. Uma boa estrutura física,materias didáticos ajudam e muito na construção do saber, mas não passa de meros materiais. Freire atuou em meio à escassez, junto dos considerados excluídos sociais e mesmo assim formou seres críticos e reflexivos, nós vivemos um avanço comparado a sua época e tudo o que fazemos é jogar a culpa da nossa ausência de autonomia no sistema.

O aniversário é dele,mas o presente é nosso....
Parabéns a todos e todas que lutam por uma educação inclusiva e de qualidade!!!!!


Almerinda Araújo.

Essa história também demosntra "o acretidar no educando"!! tanbém retirado do blog da professora Rita Alonso

Postado em 1 de setembro de 2011 · por Profª. Rita Alonso - a Toques Motivacional · 
 
Um menino, parcialmente surdo, retornou um dia da escola trazendo uma nota dos diretores. A mensagem sugeria aos pais que o retirassem da escola porque ele era “muito estúpido para aprender alguma coisa.” A mãe, ao ler a nota, disse:
“Meu filho Tom não é estúpido e incapaz de aprender. Eu mesma o ensinarei.” E foi isso que fez. Quando Tom morreu, muitos anos mais tarde, todas as pessoas dos Estados Unidos lhe reverenciaram, desligando as luzes do país por um minuto. Este Tom inventou a lâmpada elétrica e não apenas isto, mas também o filme cinematográfico e o toca-discos. Ao todo ele teve a seu crédito, mais de mil patentes. Assim como Thomas Edison, toda pessoa, criança ou adulta, é capaz de saber mais do que sabe hoje. Todos poderão encontrar um caminho para expressar sua criatividade.
Mostramo-nos, muitas vezes, abatidos e infelizes quando nos tratam de maneira depreciativa. Uma palavra de menosprezo, um comentário negativo, um olhar de indiferença e logo nos sentimos a menor das criaturas. Passamos a acreditar que somos incapazes, que nada do que fazemos dá certo, que nascemos para ser derrotados.
Não, isso não é verdade! Podemos, sim, conquistar nossos ideais e realizar os nossos sonhos. Basta tão somente crer que com dedicação e trabalho chegaremos lá. Temos um companheiro de jornada — o nosso Deus. Ele estará sempre ao nosso lado, incentivando, ajudando, repetindo a cada obstáculo encontrado: “Tudo é possível ao que crê.”
Se você já fez uma tentativa e não conseguiu, tente novamente. Se já tropeçou em uma pedra de desânimo, levante e siga em frente, a vitória é e sempre será sua.
Sua perseverança poderá mudar não apenas a sua vida, mas todo o mundo ao seu redor.
Paulo Roberto Barbosa

Rosana Santos

tirado bolg da prof° Rita alonso. É imporatnte o pedagogo(a) acreditar no educando!!!!

Você Considera Fácil A Arte De Educar Os Filhos?

Postado em 30 de agosto de 2011 · por Profª. Rita Alonso - a Toques Motivacional ·  


Esta é uma das tantas histórias de pais que se debatem com filhos preguiçosos ou desanimados.
Certa tarde o paizão saiu para um passeio com as duas filhas, uma de oito e a outra de quatro anos. Em determinado momento da caminhada, Helena, a filha mais nova, pediu ao pai que a carregasse, pois estava muito cansada para continuar andando. O pai respondeu que estava também muito fatigado, e diante da resposta a garotinha começou a choramingar e fazer “corpo mole”.
Sem dizer uma só palavra, o pai cortou um pequeno galho de árvore e o entregou à Helena dizendo:
Olhe aqui um cavalinho para você montar, filha! Ele irá ajudá-la a seguir em frente.
A menina parou de chorar e pôs-se a cavalgar o galho verde tão rápido, que chegou em casa antes dos outros. Ficou tão encantada com seu cavalo de pau, que foi difícil fazê-la parar de galopar.
A irmã mais velha ficou intrigada com o que viu e perguntou ao pai como entender a atitude de Helena.
O pai riu e respondeu dizendo: – Assim é a vida, minha filha. Às vezes a gente está física e mentalmente cansado, certo de que é impossível continuar. Mas encontramos então um “cavalinho” qualquer que nos dá ânimo outra vez. Esse cavalinho pode ser um bom livro, um amigo, uma canção… Assim, quando você se sentir cansada ou desanimada, lembre-se de que sempre haverá um “cavalinho” para cada momento, e nunca se deixe levar pela preguiça ou o desânimo.A educação é uma arte e, como tal, necessita de sensibilidade e dedicação por parte de quem educa. Medidas singelas podem dar resultados excelentes quando movidas pelo amor legítimo e a vontade sincera de fazer crescer espiritualmente o educando.
Ao contrário do que se pensa, as crianças são maleáveis aos ensinos que lhe são ministrados, desde que sintam, juntamente com a teoria, as manifestações de afeto e carinho por parte dos educadores.


Rosana dos Santos

Ser Pedagogo...

Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista
não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da competitividade,
é triste pensar assim, muito triste
pois este é o mundo dos nossos filhos
crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.
Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os frutos que só a Pedagogia pode dar.

Ser Pedagogo por

O que sou?

O que sou?
eu sou menina
menina de rua
de rua sim
porque fui abandonada
por meus pais
pela sociedade
pelo meu país
cheiro cola
porque?
porque sinto fome
porque quero me
enganar e esquecer
sobre a realidade.
quero por algum
tempo sonhar
e me imaginar
num mundo que
eu seja vista
como Ana
e não como
a menina de rua
Ana é meu nome de rua
é meu nome de guerra
guerra que travo todos os dias.



Thamires Assunção
dia 16/06/2011, foi escrito ao ver pelo ônibus crianças cheirando cola e sozinhas.

Somos tantos no meio de poucos com sentimentos.

Estou espalhado em cada esquina,
beco, calçada.
meu territorio é livre
independe das barreiras geográficas,
sendo apenas separado pelos muros simbolicos
causados pelo preconceito e exclusão
Quem sou?
Trombadinha,menor,pivete,pirralho..
O meio me batizou,
Me criei
sem nem ao menos ter a noção da minha identidade.
Na minha cultura tenho um nome próprio,mas que de nada serve
se a sociedade só aceita uma identidade de papel.

Autora: Almerinda Araújo.
Escrito em: Junho de 2011.

Entrem no nosso(meu e de Thamires) blog: http://www.sociedadepoetaspoetisasanonimos.blogspot.com/

Brincar, educar e cuidar...



Oie gente aqui estou eu postando um vídeo sobre a importância do brincar na educação infantil.
Em concordancia com Almerinda "não deixemos esse blog virar um lixo virtual"

Rosiane Alves

:): Polêmicas: O MEC, o livro e a (D)ramática da impre...

:): Polêmicas: O MEC, o livro e a (D)ramática da impre...: "“E deixa os portugais morrerem à míngua... Minha pátria é minha língua. Fala Mangueira...” Surpreendentemente, ainda me espanto ou co..."

:): Polêmicas: O MEC, o livro e a (D)ramática da impre...

:): Polêmicas: O MEC, o livro e a (D)ramática da impre...: "“E deixa os portugais morrerem à míngua... Minha pátria é minha língua. Fala Mangueira...” Surpreendentemente, ainda me espanto ou co..."

No meio do caminho


No meio do caminho tinha uma pedra


Tinha um pedra no meio do caminho


Tinha uma pedra


No meio do caminho tinha uma pedra


Nunca me esquecerei desse acontecimento


Na vida de minhas retinas tão fatigadas


Nunca me esquecerei que no meio do caminho


Tinha uma pedra


Tinha uma peda no meio do caminho


No meio do caminho tinha uma pedra.


CARLOS DRUMOND DE ANDRADE "Bom para uma pausa,chamar a atenção,introduzir uma analise das dificuldades encontradas no fezer.Assimfoi usadoeste poema no Projeto Letramento Digital,destao apessoas com dificuldades de leitura e escrita. ( JANIZE )

PRATICANDO VYGOTSKY 1 E 2

GENTE, É UMA PENA QUE O VÍDEO NÃO ESTEJA APARECENDO AQUI, POIS ELE FOI BLOQUEADO, MAS É POSSÍVEL VÊ-LO NO YOUTUBE.
Por favor deem uma conferida :)

http://www.youtube.com/watch?v=Io7voVZX2kU&feature=player_embedded#at=48

http://www.youtube.com/watch?v=o4y9itWC-60&feature=player_embedded



Rachel Caroline

Recebi um aluno surdo. E agora?

Peça ajuda. Esse é o conselho da professora livre-docente Roseli Baumel, da Faculdade de Educação da USP. Confira quem pode apoiá-lo.

FamíliaA participação da família ajuda em qualquer caso, mas, se o aluno é surdo, a conversa precisa ser mais constante e aprofundada. Descubra como é a comunicação em casa, desde a linguagem utilizada até o que mais chama a atenção da criança.
Entidades
Procure apoio em uma instituição que atenda os deficientes, como o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), no Rio de Janeiro. Muitos oferecem aulas de libras e dicionários da língua e auxiliam na escolha de materiais para facilitar o aprendizado. Enquanto a escola não tem sala de apoio, algumas ONGs podem dar aulas de libras e reforço às crianças no contraturno.
Professores
Converse com outros docentes do aluno, de disciplinas diferentes ou anos anteriores. Procure repetir experiências de sucesso e pergunte também o que não funcionou para evitar os mesmos erros. Busque exemplos em outras unidades de ensino. "É preciso debater o ensino, fazer encontros e trocar informações", diz Roseli.
Governo
Os alunos têm direito a um intérprete, e a escola, a materiais apropriados e a uma sala multidisciplinar. O governo também deve oferecer cursos de libras para os professores. As aulas devem ser dadas em faculdades que fazem convênio com o Ministério da Educação. Além disso, unidades com mais de 100 alunos podem pedir recursos para a montagem de uma sala de apoio pelo Programa Escola Acessível. Informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 2104 -9258/ 2104-8651.

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial/recebi-aluno-surdo-agora-inclusao-602191.shtml

Rosana dos Santos e Juliana Cardoso

Polêmicas: O MEC, o livro e a (D)ramática da imprensa brasileira


“E deixa os portugais morrerem à míngua... Minha pátria é minha língua. Fala Mangueira...”
Surpreendentemente, ainda me espanto ou com a ignorância ou com a leviandade da grande mídia brasileira, não sei dizer qual o caso, não sei dizer o pior. A “abordagem” dada à leitura do livro didático que, na última semana, foi execrado em cadeia nacional por um grande telejornal pode indicar duas coisas:

(1) o total desconhecimento de qualquer discussão lingüística que tenha sido realizada em meio acadêmico nos últimos 60 anos (jornalistas fazem faculdade, não?) somado a uma preguiça generalizadora de ao menos tentar realizar uma leitura crítica que ultrapasse meia página descontextualizada de livro;

(2) a edição de falas e imagens, com vistas à manipulação da informação para indução da opinião pública, de acordo com os interesses políticos e/ou de ocasião do(s) grupo(s) que detém o poder de enunciar para milhões de brasileiros.


Ou acredito que tanta ortodoxia é fruto da ignorância (leia-se: falta de conhecimento); ou acredito que é apenas máscara para interesses escusos. Explico. E sugiro.

SOBRE AQUELES DO GRUPO(1):

Há pelo menos 15 anos os livros didáticos já incorporam a necessidade de um ensino plural, que considere o falante em sua totalidade, que não valorize o decoreba, a nomenclatura pela nomenclatura (leia-se: metalinguagem), que desenvolva competências e habilidades, em vez de um conhecimento descontextualizado e enciclopédico. Na universidade, já se diz isso há uns 30. Quando estava na graduação, li um texto escrito pelo professor Wanderley Geraldi em 1984, que já propunha em detalhes uma reformulação das bases curriculares como conhecíamos, reformulação que culminou com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais em 1997. Ou a imprensa está MUITOOOO atrasada, ou simplesmente tem preguiça de ler. As primeiras publicações da Sociolinguística (área de estudos da linguagem que considera cientificamente as variações) são dos anos 60!

E que fique claro:
Nenhum cientista da linguagem, nenhum professor linguisticamente esclarecido JAMAIS proferiu ou proferirá essas palavras: “Podem usar qualquer palavra, frase, porque agora vale qualquer coisa”, como cheguei a ler por aí. A discussão que se faz é a de que a Gramática Normativa é sim um instrumento de exclusão e de poder, que as diferenças são muito mais sociais do que linguísticas, já que “UMA VARIEDADE DE LÍNGUA VALE O QUE VALEM SEUS FALANTES”, como já disse em 1988 (!) Maurício Gnerre. Nessa direção, uma pessoa que pronuncia a palavra “para”, realizando a contração e produzindo foneticamente “pra”, certamente não sofrerá a estigmatização que recairá sobre outra que, ao utilizar a palavra “árvore”, produza foneticamente “arvri”. Linguisticamente, o fenômeno é um só: houve uma queda de vogal no meio da palavra; socialmente, não. Socialmente, atribuímos valores distintos a cada um dos falantes, já que quem pronuncia “arvri” demonstra ser de uma classe economicamente desfavorecida que não teve acesso à escola, ao contrário de quem pronuncia “pra”. (A propósito, eu tenho doutorado e pronuncio “pra”).
A discussão do livro nunca foi “então vamos oficializar o oba, oba, agora vale qualquer coisa”. Não é nada disso. Faz parte do papel do professor de português oferecer a seus alunos a norma gramatical que permitirá que participem linguisticamente de ambientes diversos e situações múltiplas. Mas o professor que não considera (ou que trata com ironia ou escárnio) as variações dos alunos em aula "assassina" sua autoestima e contribui para que eles saiam da escola. Esse professor presta um desserviço à Educação e a seu país, como prestou a referida reportagem no canal de TV.

Sugestão-recado ao grupo (1): “O preconceito linguístico”, de Marcos Bagno. Livrinho de linguagem super clara, para qualquer área. Não custa 20 reais.


SOBRE AQUELES DO GRUPO(2):

Se você acredita em imparcialidade, escreva uma carta para o Papai Noel pedindo de presente o carro mais caro do ano. As chances de você receber uma informação imparcial pela imprensa são as mesmas de ganhar do Papai o seu carro. E isso nem tem a ver com o fato de a imprensa ser “mal-intencionada” (pelo menos nos casos em que ela descaradamente não mente).
Vou usar um exemplo. Supondo que eu esteja no governo de um estado e seja a maior acionista de um grande jornal do mesmo estado, não é de se esperar que as publicações do meu jornal sejam à minha administração um pouco mais favoráveis? Isso acontecia no Correio Braziliense durante as denúncias no Governo Arruda/Paulo Otávio. Nunca li tanto “suposto isso”, “suposta aquilo” em algumas reportagens (risos). Perverso? Não, até compreensível. Eu também não escolho a minha pior foto como foto principal do facebook. Mas o limite entre a dissimulação e a manipulação mentirosa e descarada em alguns meios é muito tênue. Quem não se lembra do caso da “bolinha de papel” nas últimas eleições? Sempre digo a meus alunos NUNCA COMPREM A PRIMEIRA VERSÃO. Desconfiem, indaguem sempre e se perguntem: A QUE INTERESSES ISSO SERVE?
Boa parte dos brasileiros só “escuta” o jornal, só lê as manchetes. É praticamente impossível desfazer o alcance de um “equívoco” de leitura (tantas vezes proposital) noticiado pela grande mídia.

Voltando à polêmica do livro, sempre depende do interesse, certo? Neste caso, eu sinceramente não tenho informações que me permitam saber qual. Mas sendo bem generalista: Eu quero um aluno que pense, que decida, que atue, que consiga assistir a um telejornal e perceber que aquele canal manipula, que a crítica do “comentarista estrela “é idiota, que a “informação imparcial” é mito e o interesse subjacente é quase sempre político-econômico, ou eu quero que um aluno que, revestido pelo seu trauma e por sua baixa autoestima, continue se julgando incapaz e pouco inteligente, caracterizando como “lindooooo” tudo aquilo que apareceu no PlimPlim?

Mas eu tenho esperanças, sabe? Tenho esperanças que, com a democratização da internet, possam chegar às pessoas informações e leituras que transcendam os 4 minutos editados pelo canal e dispostos no horário nobre. Tenho esperanças que ao assistirem a uma entrevista inteira, as pessoas consigam perceber que quando alguém retira uma declaração do contexto pode atribuir a ela qualquer tom.

Tenho esperanças. Tenho. Depende é da gente*.


[*Sim, eu podia (q vá pro espaço o futuro do pretérito, o hífen e o “para o”) ter usado nós do lugar do “a gente”, mas num tô a fim. Eu tbém podia ter usado “estou”. E evitado a contração. Usar uma forma ou outra não faz de mim uma pessoa mais ou menos inteligente só faz de mim uma pessoa atenta aos contextos em que utilizo essas formas linguísticas.]

Sugestão-recado ao grupo (2): Que coisa feia... A gente percebe. E, cada vez mais, a democratização do ensino superior e a democratização da internet farão com que mais e mais pessoas percebam. Pode demorar, mas é inevitável. Eu sei.

Elenita Rodrigues
  http://acasosafortunados.blogspot.com/2011/05/polemicas-o-mec-o-livro-e-dramatica-da.html

 Rosana dos Santos e Juliana Cardoso(não tem cadastro)

:): Grandes Pensadores ...

Claudia vai aí o pensamento de uma grande escritora, pra complementar o seu texto.
" o Senso comum deve ocupar um luga de destaque dentro das acadêmia, vist que é dele ue nasce a curiosidade epsteme..." Ariana Santana
kkkkkkk... foi uma bricadeinha, com o objetivo de de dizer que a sua postagem foi show, eu gostei.!!!
Ariana Santana

CRIANÇAS ESPECIAIS TAMBÉM PODEM BRINCAR COM BRINQUEDOS CONVENCIONAIS

As crianças especiais são reconhecidas por apresentarem desordens na aprendizagem, revelações de conduta, problemas emocionais, como também podem ter perda da função: psicológica, fisiológica ou anatômica. Além de carinho, paciência, atenção e amor, a criança especial precisa de diversão. Entretanto sabe-se que o a diversão tem um papel importante no processo do aprender, pois torna verdadeiro o conceito do aprender divertindo-se. Meninos e meninas portadoras de deficiências podem brincar com brinquedos comuns.
Contudo, os brinquedos:
- devem ser inquebráveis;
- não podem ter pontas;
- precisam ter cores vivas;
- possuírem partes móveis;
- serem sonoros;
- serem agradáveis ao contato;
- possuírem texturas diferentes.
Exemplos: Bola (sonora, de borracha macia e de meia) bicho (borracha e de pelúcia) peteca, pião, chocalho, boneca (macia ou de pano), jogos (memória, quebra-cabeça entre outros), fantoche, diversos brinquedos (tecido, madeira e borracha).
Cada brinquedo pode ter uma função ideal para cada caso. O estímulo à criança especial no emprego de brinquedos, pode expandir o seu potencial, se houver estimulação adequada a sua condição de desenvolvimento, às suas necessidades ajustadas e as suas possibilidades.
Algumas crianças com necessidades especiais podem ter dificuldades para manipular brinquedos convencionais, mas os pais ou educadores podem adaptar ou criar brinquedos apropriados para as mesmas.
É preciso incentivar sempre a criança especial a manusear brinquedos Nunca espere que uma criança especial faça isso sozinha, ajude-a. Sobretudo, não exija da criança especial atuação incompatível com a realidade e maturidade na qual se encontra.
Muitos pais e educadores sabem que os brinquedos são facilitadores do processo ensino-aprendizagem, mas precisam conhecer vários tipos de brinquedos, suas alternativas de exploração e suas especificidades.
É de fundamental importância que conheçam a vida social das crianças especiais com as quais se esteja convivendo. Assim poderão conhecer mais a condição da deficiência na sociedade como um todo, bem como o desenvolver da criança especial por meio da ludicidade. Desta maneira as crianças especiais, podem experimentar vivências lúdicas mais benéficas.
Segundo Oliveira (1984), a riqueza do brinquedo decorre de sua capacidade de instigar a imaginação infantil. O brinquedo auxilia a criança especial a sentir-se protegida e a ajuda muita a superar alguma dor,frustração ou perda.
Para Vygotsky (1988), o brinquedo é um estímulo a seu desenvolvimento físico e mental.
Podemos afirmar que o brinquedo contribui definitivamente no processo de socialização, desenvolvendo na criança especial a expressão e a comunicação verbal, podendo ainda responder às pretensões da sua qualidade de vida, podendo fazer com que a mesma participe prontamente dos processos da aprendizagem de maneira feliz, divertida e muito prazerosa. O brincar para a criança de acordo com Bomtempo & Zamberlan (1996), é necessário, uma vez que isto contribui para seu desenvolvimento bem como para sua capacidade de aprender e de pensar.
Sendo assim, para crianças especiais, devemos oferecer brinquedos que possibilitem atender adequadamente ás suas necessidades e possibilidades, com vistas a promover um cuidado eficaz ao seu desenvolvimento integral.

Angela Cristina Munhoz Maluf

Rachel Caroline
Obs:(Não está conseguindo postar)

O que vê quem não vê?


O termo deficiência pode ser entendido como todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimentos, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas (Artigo 3o do Decreto federal nº 3.298/1999).

Deficiência Visual
É a perda ou redução da capacidade visual em ambos olhos em caráter definitivo e que não possa ser melhorada ou corrigida com uso de tratamento cirúrgico, clínico e/ou lentes.
O Decreto 3298 considera deficiente visual a pessoa que tem dificuldade ou impossibilidade de enxergar a uma distância de 6 metros o que uma pessoa sem deficiência enxergaria a 60 metros, após a melhor correção, ou que tenha o campo visual (área de percepção visual) limitada a 20%, ou com ambas as
situações.

http://helenadegreas.wordpress.com/2010/12/13/deficiencia-visual-um-pouco-sobre-o-assunto-projeto-carnaval-2011-so-nao-ve-quem-nao-quer/

Laís A. Sousa

Indisciplina na sala de aula

A indisciplina manifesta-se de diversas formas na vida de um estudante, e apesar da bagunça e do barulho não serem as únicas ocorrências, são as que mais se destacam na sala de aula. Quase sempre, a indisciplina passa a ser vista como um problema quando a sala começa “a pegar fogo”, ou seja, quando a indisciplina influencia o comportamento dos alunos e é percebida na “bagunça”, no “barulho”, na “falta de atenção” e de forma mais agravante na agressividade. Nessas horas é que realmente a preocupação do professor cresce e o faz pensar sobre a indisciplina do aluno.


Na verdade, a indisciplina poderia ser percebida muito antes de tornar-se um problema de comportamento como a bagunça ou a agressividade, que são formas de expressão da falta de respeito com os estudos. O não acompanhamento das aulas já é um forte indício de indisciplina. Se os professores partirem do princípio de que todo aprendiz quer aprender (mesmo quando essa vontade está escondida no consciente), então pode concluir o mínimo de organização e disciplina o aluno deve apresentar para alcançar o aprendizado. A ausência de disciplina e a falta de organização nos estudos começam a aparecer quando o aluno começa a perder a vontade intrínseca de querer aprender, que com o passar do tempo torna-se um enfado, ou seja, deixa de ser vontade e passa a ser quase um sacrifício.

O comportamento é fundamental para o bom desenvolvimento das aulas. Portanto, não pode ser desconsiderado pelos educadores, principalmente quando passa a ser um comportamento indisciplinado. Até porque, muitas vezes, a indisciplina pode ser um indício de alguma carência do aluno como, por exemplo, a falta de compreensão do conteúdo, que ocasiona a falta de interesse por estudar e continuar prestando atenção à aula. Sendo assim, o assunto indisciplina é muito relevante, pois interfere diretamente no processo de ensino-aprendizagem.

A indisciplina dos estudantes pode, posteriormente, ter conseqüências graves para a sociedade, entre elas, a violência, a criminalidade e até mesmo envolvimento com drogas.

Educadores, pais e alunos podem refletir sobre a indisciplina a partir dos mais variados enfoques, e por isso cada um certamente vai apresentar pontos de vista diferentes. A indisciplina do aluno pode ser conseqüência de diversas situações. E cada uma tem suas razões de existir e as situações devem ser sempre revistas pelos educadores (pais e professores).

Por Cláudia

Rachel Caroline Obs:(Não está conseguindo postar)

Grandes Pensadores ...

O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito,Jean Piaget.
O saber que não vem da experiência não é realmente saber, Lev Vygotsky.
A educação é o estabelecimento de comportamentos que serão vantajosos para o indivíduo e para outros em algum tempo futuro, B.F.Skinner
Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda, Paulo Freire.
Quem tem muito pouco, ou quase nada, merece que a escola lhe abra horizontes, Emília Ferreiro.
A tarefa do professor é preparar motivações para atividades culturais, num ambiente previamente organizado, e depois se abster de interferir, Maria Montessori.

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Cláudia Magalhães