Biblioteca e a Internet como recursos de aprendizagem
Os PCNs(Parâmetros Curriculares Nacionais) reconhecem que a biblioteca é fundamental para o desenvolvimento de programas de leitura eficientes para a formação de crianças e jovens, uma vez que reúne uma diversificada gama de textos, para uso coletivo e de forma orgânica.
Recomendam os PCNs que a biblioteca seja um local de fácil acesso aos livros e materiais disponíveis; e apresentam a biblioteca como lugar para aprendizagem permanente, que contém informações necessárias para responder aos questionamentos de diversas áreas curriculares.
Como um estoque de conhecimentos, nesse sentido, a organização da biblioteca deve ser compreendida pelos usuários e estes devem estar cientes das normas utilizadas em seu âmbito: empréstimo, organização de materiais, seleção e uso de fontes diversas de informação; assim como a ideia de local que propicia atitudes de cidadania, como por exemplo, zelo com o estoque coletivo, preocupação com os materiais, cuidados com os livros, etc.
No entanto, em algumas escolas, tem sido comum observar os espaços de pesquisa serem reduzidos às salas de informática.
É evidente que isso aconteça porque algumas instituições escolares ainda não incorporaram biblioteca e Internet como recursos de aprendizagem, e professores e bibliotecários ainda não exerceram influência positiva no uso desses recursos.
Por isso, é necessário que a escola saiba diferenciar a Internet da biblioteca convencional: a Internet é um espaço cibernético, onde as informações não são selecionadas como ocorre na biblioteca.
Portanto, durante os processos de pesquisa, os mediadores devem criar condições para que os alunos utilizem os recursos para fim de selecionar informações, desenvolver ideias e trabalhar em grupo. Pois, é imprescindível que professor e bibliotecário compreendam que pela pesquisa escolar pode ocorrer a riqueza da aprendizagem, que se traduz na modificação da forma de pensar do aluno.
Eliane da Costa Bruini
Colaboradora Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
Pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo - UNISAL
Fonte:http://educador.brasilescola.com/orientacao-escolar/biblioteca-internet-como-recursos-aprendizagem.htm
Thamires Assunção
A Criança e a Fase dos Porquês
Por volta dos três e quatro anos de idade a criança desperta para a curiosidade de entender como as coisas acontecem.
Isso ocorre devido à construção da própria identidade, que acontece na infância, quando a criança passa a se descobrir, a ter noção do próprio “Eu”, da importância de sua existência, das coisas que consegue fazer, que vê ou que ouve.
A partir dessa descoberta, passa a perceber os fatos ao seu redor dando maior ênfase a como tudo acontece, ou seja, os porquês referentes à esses. Muitas vezes as crianças nos questionam repetidamente e emendam um porquê atrás do outro.
É importante que as pessoas em contato direto com a mesma devem ter paciência e respeito quanto às curiosidades do pequeno, ajudando-o a esclarecer suas dúvidas.
Essa curiosidade, a busca da compreensão do mundo é que a levará a fazer novas descobertas, aguçando sua percepção para o aprender.
Se a criança é tolhida pelo adulto, no momento em que faz perguntas, poderá perder o interesse, a vontade de descobrir coisas novas, ficando paralisada no seu processo de aprendizagem por medo ou insegurança.
Uma boa forma de amenizar as perguntas é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em momentos que esta não queira obedecer. Quando diz que não quer comer a mãe poderá perguntar-lhe o porquê, se não quer tomar banho poderá também utilizar uma pergunta e, assim, mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ela deseja.
E à medida que for compreendendo o mundo que a cerca deixará de questionar sobre as coisas do cotidiano.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/educacao/a-idade-dos-porques.htm
Thamires Assunção
Por volta dos três e quatro anos de idade a criança desperta para a curiosidade de entender como as coisas acontecem.
Isso ocorre devido à construção da própria identidade, que acontece na infância, quando a criança passa a se descobrir, a ter noção do próprio “Eu”, da importância de sua existência, das coisas que consegue fazer, que vê ou que ouve.
A partir dessa descoberta, passa a perceber os fatos ao seu redor dando maior ênfase a como tudo acontece, ou seja, os porquês referentes à esses. Muitas vezes as crianças nos questionam repetidamente e emendam um porquê atrás do outro.
É importante que as pessoas em contato direto com a mesma devem ter paciência e respeito quanto às curiosidades do pequeno, ajudando-o a esclarecer suas dúvidas.
Essa curiosidade, a busca da compreensão do mundo é que a levará a fazer novas descobertas, aguçando sua percepção para o aprender.
Se a criança é tolhida pelo adulto, no momento em que faz perguntas, poderá perder o interesse, a vontade de descobrir coisas novas, ficando paralisada no seu processo de aprendizagem por medo ou insegurança.
Uma boa forma de amenizar as perguntas é devolvê-las para que a própria criança tente explicar, ou utilizá-las em momentos que esta não queira obedecer. Quando diz que não quer comer a mãe poderá perguntar-lhe o porquê, se não quer tomar banho poderá também utilizar uma pergunta e, assim, mostrar que nem tudo pode acontecer da forma como ela deseja.
E à medida que for compreendendo o mundo que a cerca deixará de questionar sobre as coisas do cotidiano.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Fonte: http://www.brasilescola.com/educacao/a-idade-dos-porques.htm
Thamires Assunção
Terreiros de umbanda vão virar salas de aula.
Terreiros de umbanda da capital e do interior serão transformados em salas de aula. A meta é analfabetizar mil pessoas que atuam nesses espaços, além de moradores de comunidades vizinhas. A iniciativa desenvolvida pelo programa Paulo Freire, da secretaria de educação do estado, tem apoio do comitê estadual de promoção da igualdade étnico-racial(cepir). O plano busca promover o aumento de escolaridade da população afro-descendente. O programa é direcionado para analfabetos, a partir dos 15 ano. O diferencial do projeto está nas aulas, pois o processo será realizado por educadores populares. " O programa tem como objetivo fortalecer as comunidades de origem africana. Por isso, é importante que os alfabetizadores sejam pessoas com vínculo social estabelecido com a localidade", explica a coordenadora-executiva do Programa Paulo Freire, Vera Capucho. Para isso, os potenciais professores serão identificados nas comunidades, respeitando o perfil e nível de escolaridade exigido para a função. A capacitação vai se basear na proposta pedagógica do programa Paulo Freire, com foco nos direitos humanos e no incentivo da integração racial. "A alfabetização nos terreiros é de grande valor para nosso povo, pois muitos não tiveram a oportunidade de estudar. Vajo isso como uma ação de reconhecimento com nossa comunidade", ressalta o babalorixá do terreiro Casa Amarela D´Ogum, Clayton de Ogum Aladê. Para o historiador e membro do terreiro Xambá, Hildo Leal da Rosa, a maioria dos não alfabetizados é composta por pessoas idosas, que muitas vezes, têm vergonha de ingressar na escola. Além disso, existe o preconceito em torno das adeptos de religiões afro. O investimento do programa Paulo Freire é de aproximadamente R$ 380 mil, resultado da parceria entre os governos estadual e federal. O valor será liberado mediante o cumprimento da meta do cadastramento de mil pessoas. Fonte: Jornal do Commercio. Almerinda Araújo.
Tentando responder a indagação de Thamires.
Quando realmente o espírito de mudanças invade a intenção das pessoas logo a teoria vira prática. Se não vira algo concreto é porque o processo educacional não conseguiu abrir a reflexão dos discentes. Se a reflexão consegue penetrar na intenção dos mesmos,porém a prática torna-se o oposto é pelo simple fato de tais pessoas serem voltadas ao comodismo. Nestes casos a graduação e o diploma, servem apenas para formar meros professores(as) militantes da educação educação bancária, o contrário dos educadores (as) preocupados em formar sujeitos críticos/reflexivos. Mudar não é fácil,mas é preciso. Almerinda Araújo.
Vemos nas aulas sempre esse espírito de mudança perante toda essa educação "bancária", toda essa educação que faz dos alunos meros reprodutores do que é passado em sala de aula. Porém ao termino do curso de pedagogia o que notamos é que os mesmos que buscavam por mudanças, são os mesmos que fazem com que essa reprodução continue. Por que essa busca rapidamente desaparece ao sairem do mundo universitário? Thamires Assunção
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